Para o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado (Fessergs), Sérgio Arnoud, esse é um evento histórico. “Todas as categorias, independentemente das siglas partidárias e dos ideais que defendem, vão se reunir por lutas conjuntas. Estarão preparados para protestar, dialogar e, se possível, barrar as tentativas de retrocesso que o governo do Estado está anunciando por um pacote de medidas”, salientou.  www.correiodopovo.com.br/Noticias/557647/Centrais-Sindicais-se-unem-em-Dia-de-Paralisacao-na-Capital " /> Para o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado (Fessergs), Sérgio Arnoud, esse é um evento histórico. “Todas as categorias, independentemente das siglas partidárias e dos ideais que defendem, vão se reunir por lutas conjuntas. Estarão preparados para protestar, dialogar e, se possível, barrar as tentativas de retrocesso que o governo do Estado está anunciando por um pacote de medidas”, salientou.  www.correiodopovo.com.br/Noticias/557647/Centrais-Sindicais-se-unem-em-Dia-de-Paralisacao-na-Capital ">
Centrais Sindicais se unem em Dia de Paralisação na Capital
Data da postagem: 29 Maio 2015
Protestos devem focar parcelamento de salários, terceirização, e ajuste fiscal

Quase 30 entidades representantes dos servidores estaduais afinaram o discurso para o Dia Nacional de Paralisação, nesta sexta-feira. Em reunião no Cpers/Sindicato, em Porto Alegre, definiram que todas as categorias vão se concentrar em frente ao Palácio Piratini, às 14h, onde já devem estar as centrais dos trabalhadores e outras entidades. 
 
Para o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado (Fessergs), Sérgio Arnoud, esse é um evento histórico. “Todas as categorias, independentemente das siglas partidárias e dos ideais que defendem, vão se reunir por lutas conjuntas. Estarão preparados para protestar, dialogar e, se possível, barrar as tentativas de retrocesso que o governo do Estado está anunciando por um pacote de medidas”, salientou. 
 
Entre a população, o principal temor é quanto à paralisia dos serviços básicos, mais agradavada nos transportes. O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS) obteve uma liminar que determina a circulação dos ônibus, mas não há garantias de que os rodoviários atenderão à decisão. As composições do Trensurb também terão de operar com 100% da capacidade nos horários de pico, enquanto o transporte rodoviário ficou com a obrigação de colocar 50% dos veículos nas ruas.
 
O encontro definiu que a atuação conjunta será intensificada com reuniões semanais e pressão nos parlamentares quando os projetos forem enviados à Assembleia Legislativa. “Foi sacramentada a unidade dos servidores contra o parcelamento dos salários e contra projetos que atinjam direitos históricos do funcionalismo”, afirmou Arnoud. 
 
A presidente do Cpers/Sindicato, Helenir Aguiar Schürer, enfatizou a importância da unificação do discurso das categorias e do envolvimento da sociedade nos pleitos. “O governo quer colocar a culpa no pagamento dos salários dos servidores o fato de ele não repassar recursos para a educação e a saúde.” 
 
Apesar de cada categoria ter demandas particulares, o discurso será o mesmo. As centrais sindicais lutam contra o projeto que amplia a terceirização, em tramitação no Senado; em oposição ao corte e ao parcelamento de salários e ao congelamento das promoções; e em ataque às medidas provisórias 664 e 665 do governo Dilma, que criaram novos critérios de acesso ao seguro-desemprego, à pensão por morte, ao abono salarial.