Mobilização pacífica marca protesto do Movimento Unificado em todo o Estado
Data da postagem: 5 Ago 2016

Os Servidores públicos de todo o Rio Grande do Sul protestaram de forma pacífica CONTRA o atraso e o parcelamento salarial que a administração Sartori vem promovendo desde o início de seu "desgoverno". "Apesar de seu desrespeito com todo os servidores do poder executivo, nós atuamos com dignidade e realizaramos um protesto pacífico que manteve o atendimento dos serviços essenciais aos cidadãos gaúchos", afirmou o presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud.

Segurança pública, educação, saúde e demais serviços aderiram às paralisações de forma padronizada enviando fotos e depoimentos de diversas localidades. Em frente ao Palácio Piratini houve vigília desde o início da manhã, com dezenas de lideranças se revezando com pronunciamentos no caminhão de som dividindo experiências das mais diversas categorias. A Fessergs estava com todos seu sindicatos filiados: Sindipe, Sinapers, Amapergs, Sisdaer, Sidigeral, Sinfers, Sinfeeal, SindCivis, UNSP/RS, ABERGS, ASSTBM, ABAMF, AOfSBM,Sindsirga, Amapergs e Sidiperícias. 
 


O presidente da Fessergs fez questão de destacar que o Movimento de Servidores é apartidário e em prol dos servidores e dos serviços públicos. "Não aceitamos ser palco para brigas ou vaidades políticas, nossa causa é a manutençao dos serviços públicos com qualidade e manutençao dos direitos das categorias, sem nenhum tipode influência política e partidária", afirmou.

No início da noite movimentos da sociedade civil se somaram a luta dos servidores engrossando a luta dos funcionalismo e dando um apoio de grande importância, mostando que a sociedade começou a ver que a sociedade é uma só. Os Movimentos Reage POA, Caminhada Iluminada e Segurança Urgente  se somaram e fizeram uma grande diferença. Agora esses movimentos são parceiros de luta dos servidores.

Mesmo que não tenha sido 100% do planejado pelo funcionalismo, só em ter apoiode três movimentos da sociedade civil foi uma grande conquista. A luta continua! Muitas virão e a união depende de todos!
 


Uma pena que o Governo, acuado com a possibildade de  o pior acontecer jogou com suas "armas", deslocando policiais militares, alterando horários e concentrou policiamento em locais estratégicos, pagando horas-extras, fazendo tudo para dar uma segurança num dia, a segurança que deveria ser diária, mas que só ocorreu no dia da paralisação para "esvaziar" o Movimento. "Tudo é aprendizado para a caminhada do funcionalismo e da população do Rio Grande, vamos adiante", afirmou o presidente Sérgio Arnoud.


Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB8781