Segurança retoma greve e demais categorias se unem em pressão contra PLs
Data da postagem: 7 Set 2015
Um encontro de duas horas no final da tarde dessa segunda-feira (7) decidiu manter a paralisação dos servidores até a próxima sexta-feira (11). Nesse dia, está previsto o depósito da segunda parcela dos salários do funcionalismo gaúcho. No entanto, não está descartada a ampliação do movimento, já que a expectativa é que o valor que entrará nas contas dos trabalhadores não será o integral. O acordo feito por representantes sindicais de trabalhadores da Brigada Militar, da Polícia Civil, do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) prevê união das categorias da segurança para intensificar as mobilizações.
A partir da manhã de terça-feira, os servidores de todas as categorias participarão de um acampamento que deve ser montado em frente ao Palácio Piratini por todas as 44 entidades que integram o Movimento Unificado do funcionalismo.
O presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud informa que as demais categorias mantêm a operação-padrão "fazendo somente aquilo que está estritamente dentro da lei". "A mobilização se intensifica nesta semana porque começam a entrar em votação na Assembleia Legislativa projetos que no nosso entendimento prejudicam os serviços e os servidores públicos."
São 13 os projetos encaminhados pelo Piratini a partir de terça-feira, começam a trancar a pauta da Assembleia, já que tramitam em regime de urgência. Entre eles, está a criação da previdência complementar para servidores públicos de todos os poderes e órgãos estaduais (PLC 303/2015) e a extinção da Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (PL 301/2015). "Não assistiremos ao desmonte do nosso Estado sem buscar uma alternativa. Estaremos pressionando os parlamentares duramente", alerta Sérgio Arnoud.
Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781
O presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud informa que as demais categorias mantêm a operação-padrão "fazendo somente aquilo que está estritamente dentro da lei". "A mobilização se intensifica nesta semana porque começam a entrar em votação na Assembleia Legislativa projetos que no nosso entendimento prejudicam os serviços e os servidores públicos."
São 13 os projetos encaminhados pelo Piratini a partir de terça-feira, começam a trancar a pauta da Assembleia, já que tramitam em regime de urgência. Entre eles, está a criação da previdência complementar para servidores públicos de todos os poderes e órgãos estaduais (PLC 303/2015) e a extinção da Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (PL 301/2015). "Não assistiremos ao desmonte do nosso Estado sem buscar uma alternativa. Estaremos pressionando os parlamentares duramente", alerta Sérgio Arnoud.
Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781





