Jornal Correio do Povo - Taline Oppitz
ANO 115 Nº 174 - PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 23 DE MARÇO DE 2010
Piratini estuda reajuste linear
Os próximos dois dias serão decisivos para as negociações envolvendo o projeto de reajuste salarial do magistério. Para garantir o aval dos parlamentares e a aprovação pelo plenário da Assembleia, além da proposta do piso de R$ 1,5 mil, o governo estuda a possibilidade de encaminhar também um projeto de reajuste linear para toda a categoria. Grupo do Piratini, integrado por representantes da Secretaria da Fazenda, recebeu a tarefa de passar as próximas 48 horas realizando cálculos e fazendo simulações sobre índices e seus respectivos impactos nos cofres gaúchos. A concessão dos 23,14% reivindicados pelo Cpers, que representariam R$ 1 bilhão ao ano a mais na folha de pagamento, está fora de cogitação. No entanto, caso seja concretizada a intenção do Executivo, de mandar ao Legislativo projeto do piso, casado com reajuste linear - independentemente do percentual - e de quebra nenhuma matéria que represente mudanças na carreira, o Cpers, que bate pé na estratégia do tudo ou nada, ficará embretado e sem discurso para convencer deputados, inclusive da oposição, a rejeitarem as propostas.
Fonte: Jornal Correio do Povo – 23/03/2010 – Coluna Taline Oppitz
CP - 23/03/2010 - Taline oppitz: Piratini estuda reajuste linear
Jornal Correio do Povo - Taline Oppitz ANO 115 Nº 174 - PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 23 DE MARÇO DE 2010 Piratini estuda reajuste linear Os próximos dois dias serão decisivos para as negociações envolvendo o projeto de reajuste salarial do magistério. Para garantir o aval dos parlamentares e a aprovação pelo plenário da Assembleia, além da proposta do piso de R$ 1,5 mil, o governo estuda a possibilidade de encaminhar também um projeto de reajuste linear para toda a categoria. Grupo do Piratini, integrado por representantes da Secretaria da Fazenda, recebeu a tarefa de passar as próximas 48 horas realizando cálculos e fazendo simulações sobre índices e seus respectivos impactos nos cofres gaúchos. A concessão dos 23,14% reivindicados pelo Cpers, que representariam R$ 1 bilhão ao ano a mais na folha de pagamento, está fora de cogitação. No entanto, caso seja concretizada a intenção do Executivo, de mandar ao Legislativo projeto do piso, casado com reajuste linear - independentemente do percentual - e de quebra nenhuma matéria que represente mudanças na carreira, o Cpers, que bate pé na estratégia do tudo ou nada, ficará embretado e sem discurso para convencer deputados, inclusive da oposição, a rejeitarem as propostas. Fonte: Jornal Correio do Povo – 23/03/2010 – Coluna Taline Oppitz