Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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CP - 03.03.2010 - Coluna Taline Oppitz: Saída estaria no campo político

CP – 03/03/2010 - ANO 115 Nº 154 - PORTO ALEGRE, QUARTA-FEIRA, Coluna Taline Oppitz Saída estaria no campo político Apesar da rejeição de entidades da Brigada Militar à proposta salarial oferecida pelo governo nas negociações com representantes das categorias, a clara divisão nos diferentes níveis da corporação está sendo vista pelo Piratini como brecha para buscar avanços nos próximos dias. O Executivo ainda não jogou a toalha e está trabalhando em alternativa que viabilize a concessão de reajuste pelo menos aos salários mais baixos. Um dos pontos da complicada equação que precisa ser resolvido, porém, não está no campo financeiro nem no administrativo, mas no político. Até ontem à noite, o governo mantinha postura contrária à concessão de reajuste linear, independentemente do índice, como defenderam os participantes de assembleia geral das categorias. A intenção, então, é identificar caminho que não prejudique o discurso político assumido por representantes das entidades, possibilitando a aprovação de proposta em plenário sem desgastes para nenhum dos lados. Apartes O Cpers não concorda com a avaliação de que aguardou os 45 minutos do segundo tempo para buscar interlocução com o governo. Segundo o sindicato, negociações estão sendo realizadas, sem sucesso, desde o início da gestão. O Cpers destaca ainda que não obteve nenhum reajuste há três anos, já que não considera o pagamento da Lei Britto como aumento salarial. Fonte: Correio do Povo – 03/03/2010 – Coluna Taline Oppitz
CP – 03/03/2010 - ANO 115 Nº 154 - PORTO ALEGRE, QUARTA-FEIRA, Coluna Taline Oppitz

Saída estaria no campo político


Apesar da rejeição de entidades da Brigada Militar à proposta salarial oferecida pelo governo nas negociações com representantes das categorias, a clara divisão nos diferentes níveis da corporação está sendo vista pelo Piratini como brecha para buscar avanços nos próximos dias. O Executivo ainda não jogou a toalha e está trabalhando em alternativa que viabilize a concessão de reajuste pelo menos aos salários mais baixos. Um dos pontos da complicada equação que precisa ser resolvido, porém, não está no campo financeiro nem no administrativo, mas no político. Até ontem à noite, o governo mantinha postura contrária à concessão de reajuste linear, independentemente do índice, como defenderam os participantes de assembleia geral das categorias. A intenção, então, é identificar caminho que não prejudique o discurso político assumido por representantes das entidades, possibilitando a aprovação de proposta em plenário sem desgastes para nenhum dos lados.

Apartes

O Cpers não concorda com a avaliação de que aguardou os 45 minutos do segundo tempo para buscar interlocução com o governo. Segundo o sindicato, negociações estão sendo realizadas, sem sucesso, desde o início da gestão. O Cpers destaca ainda que não obteve nenhum reajuste há três anos, já que não considera o pagamento da Lei Britto como aumento salarial.


Fonte: Correio do Povo – 03/03/2010 – Coluna Taline Oppitz