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PRESIDENTE DA ALERGS DEFENDE RETIRADA DE PEDIDO DE URGÊNCIA EM CAFÉ DA MANHÃ PROMOVIDO PELO MUS

Os servidores públicos receberam mais um apoio formal na defesa do serviço público. Em um café da manhã promovido pelo MUS RS - Movimento Unificado dos Servidores, nesta quarta-feira, 04, no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa do RS, o presidente da Casa, deputado Luis Augusto Lara, manifestou, que o "ideal seria o Executivo retirar o pedido de urgência das medidas que compõem o pacote da Reforma Estrutural do Estado. Pelo regimento, ao ser enviado com esse pedido, a matéria passa a trancar a pauta de votação após 30 dias, o que neste caso acontecerá no dia 17 de dezembro".

Os servidores públicos receberam mais um apoio formal na defesa do serviço público. Em um café da manhã promovido pelo MUS RS - Movimento Unificado dos Servidores, nesta quarta-feira, 04, no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa do RS. O presidente da Casa, deputado Luis Augusto Lara, manifestou, que o "ideal seria o Executivo retirar o pedido de urgência das medidas que compõem o pacote da Reforma Estrutural do Estado. Pelo regimento, ao ser enviado com esse pedido, a matéria passa a trancar a pauta de votação após 30 dias, o que neste caso acontecerá no dia 17 de dezembro". O Movimento Unificado atualmente reune mais de 80 entidades sindicais e associativas em nível municipal e estadual, sendo a Fessergs uma das entidades fundadoras ainda em 2015.
 

O presidente da Assembleia disse que essa posição já foi repassada ao governador Eduardo Leite, durante encontro, na última segunda-feira, no Palácio Piratini. A justificativa é a complexidade das medidas. Lara é do PTB, partido da base aliada do governo e do vice-governador, Ranolfo Vieira Júnior.
 


Na ocasião, foi apresentado um estudo técnico com críticas às mudanças propostas pelo Executivo. Segundo o presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud, que apresentou a análise aos deputados, "o projeto impacta apenas nos servidores, ao invés de focar na geração de receita, além de modificar profundamente os planos de carreira e a previdência dos servidores.
 

Estiveram presentes deputados de seis partidos, tanto da oposição, como da base do governo: PT, PTB, PDT, PSB, DEM e PSOL.