Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
FESSERGS
Rio Grande do SulServiço público em pauta
FESSERGS

PACOTE DE LEITE MIRA NOS SERVIDORES DE MENORES SALÁRIOS

Uma análise mais detida do conjunto de projetos, incluindo uma PEC – Proposta de Emenda Constitucional permite constatar que ao contrário do discurso de combate a distorções, o peso dos cortes recai sobre os servidores e aposentados que recebem os menores salários. Como sempre. No caso dos ativos, além do fim das vantagens pessoais e temporais que serão transformadas em parcela autônoma congelada, há a previsão de que os futuros reajustes, quando e se acontecerem, serão abatidos desta parcela que, desta forma, iria se exaurindo até acabar. Ou seja, os servidores se pagariam o próprio reajuste. Mas não é apenas isto. As carreiras cujo inicial é inferior ao salário mínimo e hoje recebem complementação salarial, também perderão este complemento e as vantagens pessoais e temporais serviriam de complementação para atingir o valor do mínimo. Os aposentados e pensionistas que ganham até o teto do INSS, hoje isentos, passarão a recolher a partir de mil reais. Aí reside o centro das maldades que prometem economia de 25 bilhões em 10 anos. Mas não para por aí. A LA – Licença Aposentadoria acaba e os servidores civis, militares e professores, terão que esperar indefinidamente pelo deferimento de seu pedido. No máximo, poderão receber a Convocação que será reduzida para no máximo o valor do desconto previdenciário. Se houver. A representação sindical que é a última defesa dos servidores, também será atingida, com a diminuição dos salários dos dirigentes e o fim do direito dos servidores participarem de reuniões, seminários ou assembleias no horário do expediente, hoje protegidos por lei. Tudo isso, para facilitar a retirada de todos os direitos e proteção aos servidores. O exemplo claro de que nossa pressão organizada incomoda, é a retirada do apoio de diversas bancadas governistas aos projetos do Governo. Não vamos esmorecer. Nossa luta, juntamente com os sindicatos e associações que integram o MUS – Movimento Unificado dos Servidores, faz a diferença e abre brechas nos apoiadores do Governo Leite. A Unidade nos fortalece! Sérgio Arnoud
Uma análise mais detida do conjunto de projetos, incluindo uma PEC – Proposta de Emenda Constitucional permite constatar que ao contrário do discurso de combate a distorções, o peso dos cortes recai sobre os servidores e aposentados que recebem os menores salários. Como sempre.
No caso dos ativos, além do fim das vantagens pessoais e temporais que serão transformadas em parcela autônoma congelada, há a previsão de que os futuros reajustes, quando e se acontecerem, serão abatidos desta parcela que, desta forma, iria se exaurindo até acabar.
Ou seja, os servidores se pagariam o próprio reajuste. Mas não é apenas isto. As carreiras cujo inicial é inferior ao salário mínimo e hoje recebem complementação salarial, também perderão este complemento e as vantagens pessoais e temporais serviriam de complementação para atingir o valor do mínimo.

Os aposentados e pensionistas que ganham até o teto do INSS, hoje isentos, passarão a recolher a partir de mil reais. Aí reside o centro das maldades que prometem economia de 25 bilhões em 10 anos.
Mas não para por aí. A LA – Licença Aposentadoria acaba e os servidores civis, militares e professores, terão que esperar indefinidamente pelo deferimento de seu pedido. No máximo, poderão receber a Convocação que será reduzida para no máximo o valor do desconto previdenciário. Se houver.

A representação sindical que é a última defesa dos servidores, também será atingida, com a diminuição dos salários dos dirigentes e o fim do direito dos servidores participarem de reuniões, seminários ou assembleias no horário do expediente, hoje protegidos por lei.
Tudo isso, para facilitar a retirada de todos os direitos e proteção aos servidores. O exemplo claro de que nossa pressão organizada incomoda, é a retirada do apoio de diversas bancadas governistas aos projetos do Governo.
Não vamos esmorecer. Nossa luta, juntamente com os sindicatos e associações que integram o MUS – Movimento Unificado dos Servidores, faz a diferença e abre brechas nos apoiadores do Governo Leite.

A Unidade nos fortalece!
Sérgio Arnoud