A Fessergs alerta os servidores públicos que as reformas Previdenciária e Trabalhista propostas pelo governo Temer prejudicam os servidores públicos e beneficiam exclusivamente o sistema financeiro.
Se aprovadas, os servidores passarão a ser enquadrados nas mesmas regras do Regime Geral da Previdência Social, terão que contribuir por 49 anos e ter idade mínima de 65 anos (homens e mulheres) para atingir a média calculada desde o primeiro salário, até o último. E ainda mais, o governo pode aumentar essa idade mínima administrativamente, sempre que aumentar a expectativa de vida da população brasileira, medida pelo IBGE que é órgão do governo.
Já a reforma trabalhista, através do dispositivo que dispõe a prevalência do negociado sobre o legislado, revoga toda a legislação atual, inclusive a CLT que asseguram férias,décimo terceiro salário e irredutibilidade salarial, entre outras coisas, ferindo mortalmente a organização sindical que é o mais eficaz instrumento de defesa dos servidores e trabalhadores. Por outro lado, o projeto que libera a terceirização para todas as atividades, permitirá a substituição indiscriminada de servidores, da portaria aos professores, e assim em todos os demais setores.
A Fessergs, juntamente com a CSPB - Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, a NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores, a OAB e dezenas de entidades sindicais e sociais, apresentou um Substitutivo Global ao projeto do governo, defendendo os direitos dos servidores e trabalhadores.
Nesse momento, precisamos pressionar deputados e senadores para que rejeitem essas reformas, pois se aprovadas, acabarão com as aposentadorias de nossos filhos e netos.
Falem com seus familiares, discutam, pressionem. Essa luta é de todos e por todos!
Sérgio Arnoud
Reformas da Previdência e Trabalhista prejudicam trabalhadores e servidores
A Fessergs alerta os servidores públicos que as reformas Previdenciária e Trabalhista propostas pelo governo Temer prejudicam os servidores públicos e beneficiam exclusivamente o sistema financeiro. Se aprovadas, os servidores passarão a ser enquadrados nas mesmas regras do Regime Geral da Previdência Social, terão que contribuir por 49 anos e ter idade mínima de 65 anos (homens e mulheres) para atingir a média calculada desde o primeiro salário, até o último. E ainda mais, o governo pode aumentar essa idade mínima administrativamente, sempre que aumentar a expectativa de vida da população brasileira, medida pelo IBGE que é órgão do governo. Já a reforma trabalhista, através do dispositivo que dispõe a prevalência do negociado sobre o legislado, revoga toda a legislação atual, inclusive a CLT que assegura férias,décimo terceiro salário e irredutibilidade salarial, entre outras coisas, ferindo mortalmente a organização sindical que é o mais eficaz instrumento de defesa dos servidores e trabalhadores. Por outro lado, o projeto que libera a terceirização para todas as atividades, permitirá a substituição indiscriminada de servidores, em todasa as funções, sendo ele porteiro ou professor, em todos os setores. A Fessergs, juntamente com a CSPB - Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, a NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores, a OAB e dezenas de entidades sindicais e sociais, apresentou um Substitutivo Global ao projeto do governo, defendendo os direitos de servidores e trabalhadores. Neste momento, precisamos pressionar deputados e senadores para que rejeitem essas reformas, pois se aprovadas, acabarão com as aposentadorias de nossos filhos e netos. Falem com seus familiares, discutam, pressionem. Essa luta é de todos e por todos! Sérgio Arnoud