O Encontro da Internacional de Serviços Públicos realizado no México, debateu em importante Painel desenvolvido pela "expert" em comércio internacional Debora James, o TISA, Acordo Internacional sobre Comércio de Serviços.
As negociações para o TISA se iniciaram em meados de 2012, sob a liderança dos Estados Unidos e União Europeia e já incluem mais de 50 países. Até o momento, felizmente, o Brasil não integra esta lista na qual estão o Chile, Panamá e Paraguai, entre outros. O TISA é um acordo comercial multilateral secreto, do qual pouco se conhece, e que por isso gera inquietação por representar ameaça à liberdade de expressão dos cidadãos em todo o mundo. Os serviços que estão em jogo são a educação, transportes de passageiros e de cargas, saúde pública, água, serviços sociais, serviços financeiros, energia e telecomunicações.
Os principais riscos que preocupam aos trabalhadores e servidores públicos são a perda da soberania sobre recursos naturais, como a água e os serviços públicos em geral.
Outro aspecto preocupante é que este acordo não inclui qualquer cláusula de proteção trabalhista, expondo os trabalhadores dos países signatários aos riscos da exploração desmedida. Vale ressaltar ainda, que este Acordo torna irreversível todo tipo de privatização, pois inclui uma disposição de irretratabilidade que o torna imune à reversão. Mesmo que o governo tente retroceder, é impossível. O Objetivo principal é o de beneficiar as grandes empresas multinacionais e os países desenvolvidos.
Por tudo isso, precisamos dizer não às negociações secretas que se adiantam entre os 50 países no sentido de efetivar um acordo multilateral sobre o comércio de serviços públicos. A Fessergs está alerta e disposta a engrossar esta luta contra a internacionalização dos serviços públicos.
Sérgio Arnoud - Presidente
TISA: Acordo Comercial quer internacionalizar serviços públicos
O Encontro da Internacional de Serviços Públicos realizado no México, debateu em importante Painel desenvolvido pela "expert" em comércio internacional Debora James, o TISA, Acordo Internacional sobre Comércio de Serviços. As negociações para o TISA se iniciaram em meados de 2012, sob a liderança dos Estados Unidos e União Europeia e já incluem mais de 50 países. Até o momento, felizmente, o Brasil não integra esta lista na qual estão o Chile, Panamá e Paraguai, entre outros. O TISA é um acordo comercial multilateral secreto, do qual pouco se conhece, e que por isso gera inquietação por representar ameaça à liberdade de expressão dos cidadãos em todo o mundo. Os serviços que estão em jogo são a educação, transportes de passageiros e de cargas, saúde pública, água, serviços sociais, serviços financeiros, energia e telecomunicações. Os principais riscos que preocupam aos trabalhadores e servidores públicos são a perda da soberania sobre recursos naturais, como a água e os serviços públicos em geral. Outro aspecto preocupante é que este acordo não inclui qualquer cláusula de proteção trabalhista, expondo os trabalhadores dos países signatários aos riscos da exploração desmedida. Vale ressaltar ainda, que este Acordo torna irreversível todo tipo de privatização, pois inclui uma disposição de irretratabilidade que o torna imune à reversão. Mesmo que o governo tente retroceder, é impossível. O Objetivo principal é o de beneficiar as grandes empresas multinacionais e os países desenvolvidos. Por tudo isso, precisamos dizer não às negociações secretas que se adiantam entre os 50 países no sentido de efetivar um acordo multilateral sobre o comércio de serviços públicos. A Fessergs está alerta e disposta a engrossar esta luta contra a internacionalização dos serviços públicos. Sérgio Arnoud - Presidente