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103ª Conferência da OIT debate migrações em busca de trabalho no mundo

Segundo a OIT, atualmente a busca de emprego faz com que cerca de 231,5 milhões de pessoas sejam migrantes. Aproximadamente 3% da população mundial, 57 milhões a mais do que em 2000. Depois do crescimento desse contingente durante uma década, houve certa desaceleração a partir de 2010, "principalmente como consequência dos efeitos perturbadores da crise econômica mundial". A busca de trabalho no mundo é o tema da 103ª Conferência da OIT que acontece entre os dias 28 de maio a 12 de Junho, em Genebra na Suíça. (Na foto Terezinha Castro, Guy Ryder (dir.geral da OIT) e Sérgio Arnoud)
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) abriu na última quarta-feira (28) sua 103ª conferência, em Genebra, na Suíça, apresentando como tema central as migrações de pessoas pelo mundo em busca de emprego. A busca de trabalho no mundo é o tema da 103ª Conferência da OIT que acontece entre os dias 28 de maio a 12 de Junho, em Genebra na Suíça. O presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud, participa representando a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST). A presidente do Sindigeral, Terezinha Castro também está presente pela Nova Central.

Segundo a OIT, atualmente a busca de emprego faz com que cerca de 231,5 milhões de pessoas sejam migrantes. Aproximadamente 3% da população mundial, 57 milhões a mais do que em 2000. Depois do crescimento desse contingente durante uma década, houve certa desaceleração a partir de 2010, "principalmente como consequência dos efeitos perturbadores da crise econômica mundial".


Terezinha Castro, Guy Ryder (dir.geral da OIT) e Sérgio Arnoud

Para o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, a migração se associa frequentemente ao abuso de trabalhadores, que se mostram vulneráveis na procura de uma ocupação. E é um dos principais desafios políticos mundiais, acrescenta. "É um fenômeno de grandes dimensões que está aumentando. Seus modelos são cada vez mais complexos e sua natureza está evoluindo. Tem potencial para ser um aporte considerável para o crescimento e o desenvolvimento", afirma Ryder, "mas lamentavelmente segue associado em muitos casos ao abuso mulheres e homens, entre os mais vulneráveis nos nossos mercados de trabalho".

Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781