Governo negocia votação do projeto de lei que cria o fundo de previdência complementar, PL 1992, para servidores civis federais – Funpresp, nesta quarta-feira (14), no Plenário Ulysses Guimarães, mas oposição não está disposta a aceitar.
Há mudança no texto: o aumento da participação da União nos fundos de previdência de 7,5% para 8,5% sobre o salário que exceder o teto de benefícios da Previdência, como anunciou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).
Atualmente o teto de benefícios ém R$ 3.689,66. Já a alíquota de contribuição do servidor será definida por ele, conforme o benefício que desejar obter no futuro.
Opositores como o líder do DEM, Antônio Carlos Magalhães Neto (BA), disseram que há muitos contrários à votação da matéria e que não há fundamentos para que o projeto seja votado este ano: "Qualquer votação deve ter mais debate; e votação só no ano que vem", enfatizou ACM Neto.
ENTENDA A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
Para ter aposentadoria integral, hoje, o servidor paga 11% do salário, e o governo, 22%, no mínimo. Já com a nova proposta, o servidor passará a pagar 11% sobre o valor de R$ 3691,74 mil, o teto do INSS.
Para se aposentar ganhando mais do que este valor, o servidor vai ter de dividir a conta com o governo, ou seja, deve colocar mais 7,5% do salário no fundo e o governo acrescenta mais 7,5% , no lugar dos 22% .
Fonte: Secom/CSPB com ACN
OPOSITORES TENTARÃO OBSTRUIR VOTAÇÃO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
Governo negocia votação do projeto de lei que cria o fundo de previdência complementar, PL 1992, para servidores civis federais – Funpresp, nesta quarta-feira (14), no Plenário Ulysses Guimarães, mas oposição não está disposta a aceitar. Há mudança no texto: o aumento da participação da União nos fundos de previdência de 7,5% para 8,5% sobre o salário que exceder o teto de benefícios da Previdência, como anunciou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). Atualmente o teto de benefícios ém R$ 3.689,66. Já a alíquota de contribuição do servidor será definida por ele, conforme o benefício que desejar obter no futuro. Opositores como o líder do DEM, Antônio Carlos Magalhães Neto (BA), disseram que há muitos contrários à votação da matéria e que não há fundamentos para que o projeto seja votado este ano: "Qualquer votação deve ter mais debate; e votação só no ano que vem", enfatizou ACM Neto. ENTENDA A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Para ter aposentadoria integral, hoje, o servidor paga 11% do salário, e o governo, 22%, no mínimo. Já com a nova proposta, o servidor passará a pagar 11% sobre o valor de R$ 3691,74 mil, o teto do INSS. Para se aposentar ganhando mais do que este valor, o servidor vai ter de dividir a conta com o governo, ou seja, deve colocar mais 7,5% do salário no fundo e o governo acrescenta mais 7,5% , no lugar dos 22% . Fonte: Secom/CSPB com ACN