A entrega ao governador Tarso Genro da "Carta de Concertação", pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, amanhã, servirá de combustível à discussão de temas que representarão embates com setores distintos (matéria na página 7). No documento, são defendidos o cumprimento do piso do magistério e o teto salarial. Nos dois assuntos, há disposição do Piratini em agir. O pagamento do piso, depende de recursos e, segundo o Executivo, será honrado, gradativamente, até 2014, último ano da gestão. O prazo é rejeitado pela categoria que promete forte mobilização. No caso da criação de um teto, apesar da disposição pessoal do governador, a resistência virá, em outro nível, de instituições como o Judiciário e o Ministério Público, e exigirá bem mais do que a articulação política com aliados. O limite das remunerações, aliás, tem impacto direto sobre outra área, não menos polêmica, que está entre as prioridades do governo, mas em que os avanços ainda são tímidos: a previdenciária.
Fonte: Jornal Correio do Povo - 06/07/2011 - Coluna Taline Oppitz
CP - 06/07/2011: Carta trará piso e teto ao debate
A entrega ao governador Tarso Genro da "Carta de Concertação", pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, amanhã, servirá de combustível à discussão de temas que representarão embates com setores distintos (matéria na página 7). No documento, são defendidos o cumprimento do piso do magistério e o teto salarial. Nos dois assuntos, há disposição do Piratini em agir. O pagamento do piso, depende de recursos e, segundo o Executivo, será honrado, gradativamente, até 2014, último ano da gestão. O prazo é rejeitado pela categoria que promete forte mobilização. No caso da criação de um teto, apesar da disposição pessoal do governador, a resistência virá, em outro nível, de instituições como o Judiciário e o Ministério Público, e exigirá bem mais do que a articulação política com aliados. O limite das remunerações, aliás, tem impacto direto sobre outra área, não menos polêmica, que está entre as prioridades do governo, mas em que os avanços ainda são tímidos: a previdenciária. Fonte: Jornal Correio do Povo - 06/07/2011 - Coluna Taline Oppitz