PANDEMIA PÕE RS EM ESTADO DE CAOS SANITÁRIO
Data da postagem: 25 Fev 2021

Os últimos dados revelam que estamos em estado de caos sanitário. Hospitais abarrotados, recorde de internações, filas em UPAs e Postos de Saúde, elevação do número de mortes, que no País superam 250 mil em um ano.
Em meio a isso, prefeitos e empresários insistem no abrandamento de medidas essenciais. Na contramão do recomendado pela ciência e pelo bom senso. O agravamento da situação forçou governador Eduardo Leite a anunciar no fim da tarde desta quinta-feira (5), em reunião virtual com a Federação da Associação de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) a decisão de suspender temporariamente a cogestão no modelo de distanciamento controlado. As medidas entram em vigor a partir deste sábado (27). Assim, as cidades que estão nas 11 regiões classificadas em bandeira preta e tomaram medidas mais flexíveis do que as estabelecidas nesta faixa, como Porto Alegre, terão de aumentar suas restrições.
Inicialmente, a norma, que traz consigo restrições rigorosas de circulação de pessoas, valerá por uma semana.
O governador gaúcho tomou a atitude pressionado pelos gestores da área da saúde que apresentarram dados terríveis. Até o final da tarde desta quinta-feira há 11 regiões do mapa da covid-19 em bandeira preta, de altíssimo risco, com regras que as aproximam de um lockdown. Para a classificação desta sexta-feira, a tendência é de que mais regiões sejam alçadas à etiqueta mais grave, a preta. - Já que o Presidente e o Ministro da Saúde são omissos e desdenham dos perigos que vivemos, resultando numa vacinação pífia, o Estado têm que atuar com braço forte, afirma o presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud.
O que significa a suspensão da cogestão
As prefeituras não poderão mais adotar critérios próprios e passará a valer a bandeira preta pelo menos em 11 regiões da covid-19, incluindo Porto Alegre, de acordo com a última rodada de classificação. A classificação preta é de risco altíssimo e prevê as normas mais restritivas.





