Servidores da Saúde rejeitam proposta do governo
Data da postagem: 18 Abr 2012
O governo do Estado fez uma proposta de reajuste salarial aos servidores da Saúde hoje(18) pela manhã, durante uma reunião do CODIPE. Seria um total de 6,08% parcelados em duas vezes de 3,04% a serem pagos em abril e agosto deste ano. Os representantes dos servidores, Fessergs, Sindissama e Sintergs, manifestaram-se durante a negociação, alegando que a proposta não atendia ao que os servidores estavam reivindicando, e que levariam para a discussão com a categoria o índice oferecido. A categoria reivindica a reposição da inflação de 2009 para cá, o que seria em torno de 23% de reajuste.

O presidente do CODIPE, Ramiro Passos, marcou uma nova reunião de negociação para o dia 03 de maio às 11h, reiterando que as negociações estavam apenas no início, e que o governo estaria sempre disposto a ouvir uma contra-proposta dos servidores.
Enquanto transcorria a reunião na Secretaria da Administração, cerca de 300 servidores aguardavam do lado de fora. Após o término da reunião, foi realizada uma assembleia da categoria no auditório do Centro Administrativo e a proposta foi rejeitada por unanimidade. Foi também levantada a possibilidade de uma paralisação dos servidores da Saúde, caso o governo não faça uma proposta que se aproxime do que está sendo pedido pelos sindicatos que representam os servidores.

O secretário-geral da Fessergs, Flávio Berneira, destacou que depois do quadro-geral, os servidores da Saúde são os que têm a pior remuneração do Executivo. A presidente do Sindissama, Márcia Trindade apelou para que a categoria permaneça mobilizada e novamente compareça ao Centro Administrativo na próxima reunião, em 03 de maio.
Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781

O presidente do CODIPE, Ramiro Passos, marcou uma nova reunião de negociação para o dia 03 de maio às 11h, reiterando que as negociações estavam apenas no início, e que o governo estaria sempre disposto a ouvir uma contra-proposta dos servidores.
Enquanto transcorria a reunião na Secretaria da Administração, cerca de 300 servidores aguardavam do lado de fora. Após o término da reunião, foi realizada uma assembleia da categoria no auditório do Centro Administrativo e a proposta foi rejeitada por unanimidade. Foi também levantada a possibilidade de uma paralisação dos servidores da Saúde, caso o governo não faça uma proposta que se aproxime do que está sendo pedido pelos sindicatos que representam os servidores.

O secretário-geral da Fessergs, Flávio Berneira, destacou que depois do quadro-geral, os servidores da Saúde são os que têm a pior remuneração do Executivo. A presidente do Sindissama, Márcia Trindade apelou para que a categoria permaneça mobilizada e novamente compareça ao Centro Administrativo na próxima reunião, em 03 de maio.
Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781





